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>> 4 de fevereiro de 2010

ESTA É A NATY E ESTE O PEDRO ASSIM QUE CHEGOU DA MATERNIDADE!!!!

O NOVO BEBÊ
Quando nasce um novo bebê numa família, de maneira geral, há uma reação negativa por parte do irmãozinho.
É assim que os pais o surpreendem, por vezes, a beliscar o bebê ou a bater com um de seus brinquedos na sua miúda cabeça.
Isso quando não decide pegar o pequeno nos braços, suspendê-lo e perguntar para a mãe se o pode jogar fora.
Os pais costumam entrar em crise, explodindo em exclamações, perguntando como pode ele ser tão mau. Ou afirmam que encomendaram aquela coisinha pequena só para ele, que ele deve zelar por ela.
A última afirmativa não é verdadeira pois nenhum casal opta por ter mais um filho, pensando em companhia para o primeiro. Pai e mãe decidem o retorno à maternidade e paternidade por suas próprias razões.
Dizer para um pequerrucho de 3 ou 4 anos que é sua a responsabilidade de cuidar do irmão é uma incoerência. Em primeiro lugar, porque tal responsabilidade é carga demasiada para ele e, em segundo lugar, porque é aos pais que compete a guarda e zelo dos filhos.
Como administrar a questão? Primeiramente, levando em consideração que a criança pode estar se sentindo rejeitada, desprezada, pois que todas as atenções se voltam agora para o bebezinho.
Também não descartar a hipótese de que os Espíritos de um e de outro não tenham sido amigos em existência anterior.
Pode ocorrer que, embora a memória atual do filho mais velho não revele, em nível consciente, seu Espírito detecte o ser para com o qual nutre rancor ou desconfiança e, na linguagem infantil, reage de forma agressiva à vinda dele para o mesmo teto.
Se esse eventualmente lhe tenha usurpado afetos, anteriormente, criará para a atualidade desconforto e intranquilidade naturais.
Torna-se necessário que, desde os primeiros momentos da gravidez, a mãe incentive o filho a receber o irmãozinho, por meio de gestos de carinho e atenção, como passar a mão pela sua barriga, conversar com o maninho, projetar brincadeiras que um dia farão juntos.
Pedir a ajuda dele para escolher algumas peças de roupa que lhe serviram um dia.
Afirmar, com frequência, que o ama e que não importa quantos sejam os filhos, haverá amor para todos. Que cada um é especial e é amado de forma particular.
Após o nascimento, não relegar o maiorzinho, nem repetir de contínuo que ele já é grande e pode se virar sozinho.
Evitar de lhe tolher a liberdade, dizendo a toda hora que ele não pode fazer barulho para não perturbar o sono do bebê, pois que isso colaborará para que ele o sinta como um estraga prazeres, alguém que veio para perturbar, desagradar.
Criar um ambiente de tranquilidade e receptividade, evitando comparações de temperamentos e comportamentos, é tarefa que aos pais compete, servindo-se constantemente da oração que ampara e auxilia!

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>> 25 de janeiro de 2010

"QUIETINHO" NAS REUNIÕES SACRAMENTAIS...
LIVROS FEITOS DE TECIDO, GERALMENTE, USANDO MENSAGENS, HISTORIAS DAS ESCRITURAS OU FIGURAS GRANDES E COLORIDAS PARA AS CRIANÇAS MENORES...
GARANTE O SILÊNCIO!!
POSTEI ALGUNS EXEMPLOS!

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Brown Bag Quiet Book

I've been wanting a "quiet book" for my toddler for some time now. I don't sew and don't have much time, so making one seemed out of the question. You can buy them, but they are either 1) stupid, 2) expensive, or 3) both. But I finally figured out an option that would work for me! Total time: 8 hours? And the best part... Total cost: $0
To make a brown bag book, you just take a stack of 6 brown lunch bags, fold them in half, punch two holes in the folded side, and run some ribbon through. Then you've got 24 pages, with 6 flaps and 6 pockets to "decorate". I used scraps of pattern paper, and just cut out pictures from old church magazines (since my quiet book is to keep him occupied at church). The book is full of pictures, pockets and flaps, (pictured above) little magnet people, buttons, ribbons, felt shapes... anything and everything I had on hand.
Since it IS made of paper, I didn't want to spend too much time or money on it, since it probably won't last for forever. But overall, I'm happy with the final product.


The best part is that it fits into a plastic, sandwich size, zip-lock bag. I can toss the whole thing in my purse without having to worry about ripping or loosing any pieces

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>> 2 de julho de 2009

QUANDO OS FILHOS CRESCEM
Há um momento, na vida dos pais, em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro.
É paradoxal. Quando nascem, pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa.
Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais, nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família.
Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico.
É o momento em que os pais se perguntam: Onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os herois invencíveis que tudo conseguiam, em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria.
Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem, eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje, são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição.
A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica.
Ontem, estavam no banco de trás do automóvel; hoje, estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito.
É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela.
Tempos que não retornam, a não ser na figura dos netos, que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas.
Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos Espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos, para estar conosco.
Não economizemos abraços, carícias, atenções, porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.

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>> 16 de abril de 2009

CAIXINHA DE BEIJOS

Certo dia, um homem chegou em casa e ficou muito irritado com sua filha de três anos. Ela havia apanhado um rolo de papel de presente dourado e literalmente desperdiçado fazendo um embrulho.
Porque o dinheiro andasse curto e o papel fosse muito caro, ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.
Naquela mesma noite, o pai descobriu num canto da sala, no local onde a família colocara os presentes para serem distribuídos no dia de Natal, um embrulho dourado não muito bem feito.
Na manhã seguinte, logo que despertou, a menininha correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte o seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.
Isto é pra você, paizinho! Foi o que ela disse.
Ele se sentiu muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas, logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia.
Gritou para a filha: Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?
A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:
Mas, papai, a caixinha não está vazia. Eu soprei muitos beijos dentro dela. Todos para você, papai.
O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.
* * *
De uma forma simples, cada um de nós, humanos, temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional de nossos pais, de nossos filhos, de nossos irmãos e amigos.
Entretanto, nem sempre nos damos conta. Estamos tão preocupados com o ter, com valores do mundo, que as coisas pequenas não são percebidas por nós.
Assim, a esposa não valoriza o ramalhete de flores do campo que o marido lhe enviou, no dia do aniversário. É que ela esperava ganhar uma valiosa jóia e não aquela insignificância.
O marido nem agradece o fato da esposa, no dia em que comemoram mais um ano de casados, esperá-lo com um jantar simples, a dois, em casa. Ele estava esperando uma comemoração em grande estilo, ruidosa, cercado de amigos e muitos comes e bebes.
Os pais não dão importância para aquele cartão meio amassado que os pequenos trazem da escola, pintado com as mãos de quem apenas ensaia a arte de dominar as tintas e os pincéis nas mãos pequeninas.
Eles estão mais envolvidos com as contas que a escola está cobrando e acreditam que, pelo tanto que lhes custa a mensalidade escolar, os professores deveriam ter lhes enviado um presente de valor.
É, muitos de nós não encontramos os beijos na caixinha dourada. Só vemos a caixinha vazia.
* * *
O amor é feito de pequeninas coisas. Não exige fortunas para se manifestar.
Por vezes, é um ato de renúncia, como a daquele homem que no dia de Natal, em plena guerra, conseguiu apenas uma laranja para a ceia dele e da esposa.
Então a descascou, colocou em um prato, criando uma careta com os gomos bem dispostos e entregou para a esposa, com um beijo e um pedaço de papel escrito: Feliz Natal!
E ficou observando-a comer, com vagar, feliz por ver os olhos dela brilharem e ela se deliciar com a fruta tão rara naqueles dias, naquele local.

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VOLTE SEMPRE!!!

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