É O MESMO BLOG, MAS COM CARA NOVA...ainda estou configurando!!!!
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FELIZ PASCOA

>> 11 de abril de 2009

Páscoa é renascimento...É passagem...É mudança e transformação...É ser novo um mesmo ser Que recomeça pela própria libertação. Fica para trás uma vida cheia de poeira E começa agora um novo caminhar Cheio de luz, de fortalecimento, Esperanças renovadas, E um arco-íris rasga o céu E parece balbuciar que Jesus ressurgiu para nos provar que o AMOR incondicional existe, assim como a vida ETERNA .Feliz Páscoa!

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OS SENTIMENTOS

Era uma vez uma bela ilha, onde moravam os seguintes Sentimentos: a ALEGRIA, a TRISTEZA, a VAIDADE, a SABEDORIA, o AMOR, entre outros...Um certo dia, alguém avisou os habitantes dessa ilha que ela iria afundar-se. Apavorado, o AMOR tentou fazer com que todos os moradores se salvassem, e então disse:-"Fujam todos, que a ilha vai-se afundar e vai desaparecer!!!"Todos correram para os seus barquinhos para partiram para outra ilha lá bem no alto onde tivessem a salvo.O AMOR não se apressou a fugir, porque queria ficar mais um pouco com a sua querida ilha. Mas, quando reparou, ela estava quase a afundar-se e com medo que ele também se afundasse com a ilha, começou a pedir ajuda aos outros habitantes que fugiam nos seus barquinhos...Nessa altura, estava a passar a Sra. RIQUEZA que disse:-" Desculpa AMOR, mas não te posso levar. O meu barco está cheio de ouro e prata e tu já não cabes aqui."Passou então a VAIDADE que disse:-" AMOR, não te posso levar porque vais sujar o meu barco."Logo atrás vinha a TRISTEZA e disse:-" Oh AMOR, estou tão triste que prefiro ir sozinha..."Passou então a ALEGRIA, mas estava tão alegre que nem ouviu o AMOR chamar por ela.Já desesperado e achando que iria ficar ali só para sempre, o AMOR começou a chorar.Foi então que passou um barquinho onde estava um velhinho que disse:-" Anda, sobe AMOR que eu levo-te!"o AMOR ficou radiante e feliz que até se esqueceu de perguntar o nome ao Velhinho que o havia salvo.Até que, já a salvo noutra ilha, o AMOR perguntou á SABEDORIA quem era o tal Velhinho. A SABEDORIA respondeu:-" Aquele Velhinho era o TEMPO!"-" Mas porque é que só o TEMPO é que me ajudou e salvou?", perguntou o AMOR.Porque só TEMPO é capaz de entender um grande AMOR !!!...

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CORAGEM

Coragem "Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmoes. Sua cama estava junto da unica janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e familias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as ferias...E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.O homem da cama do lado comecou a viver a espera desses periodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na agua enquanto as criancas brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de bracos dados por entre as flores de todas as cores do arco-iris.Arvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tenue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinario pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar.Embora o outro homem nao conseguisse ouvir a banda, ele conseguia ve-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava atraves de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manha, a enfermeira chegou ao quarto trazendo agua para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.Ela ficou muito triste e chamou os funcionarios do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo la fora. Fez um grande esforco e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou a enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tao maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".

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Pipoca ou piruá

>> 26 de fevereiro de 2009

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre.Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
Só que elas não percebem, e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.O fogo é quando a vida nos lança uma situação que nunca imaginamos: a dor.Pode ser fogo de fora:Perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.Pode ser fogo de dentro:Pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: Vai morrer.Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um deestino diferente para si.Não pode imaginar a tranformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. E, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande tranformação acontece: BUM!!!E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que pela mesma nunca havia sonhado.Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o jogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva;Não vão dar alegria para ninguém.

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SALVEM O CESTO

Existe uma velha história chinesa que é mais ou menos assim...
Os filhos de uma grande família chinesa queixavam-se entre si do problema e aborrecimento que seu velho avô lhes causava. (Nos lares do povo chinês o membro mais velho da família sempre preside e toma as decisões finais) Ele era bastante velho e fraco, e os homens mais novos da família achavam-no muito crítico. Os filhos decidiram que alguma coisa deveria ser feita. Alguém sugeriu que apanhassem bambus e trançassem um cesto resistente e amarrassem pesos nele. Poriam o velho dentro dele e o jogariam no rio. Todos acharam que era uma boa idéia. Assim, ele não poderia aborrecê-los nunca mais. Um dos rapazes hesitou e recusou-se a continuar com o combinado, sem antes conversar com o pai e verificar o que ele pensava disso.Todos eles foram ao pai e contaram-lhe sua decisão; depois, perguntaram a sua opinião. O sábio pai ouviu-os sem dizer uma palavra. Depois de um longo silêncio ele disse: "_ Bem rapazes, se esta é a decisão de vocês e resolveram que isso é o que desejam fazer, não tentarei impedi-los. Quero somente fazer um pedido: Como haverá necessidade dele quando chegar a vez de vocês cuidem de salvar o cesto." (Advisers manual for Teachers under 21:1964 [Salt Lake City: A Igreja de Jeus Cristo dos Santos dos Ultimos Dias, 1963], PP.95-96)

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O ASNO E SUA SOMBRA

>> 18 de dezembro de 2008

Um viajante alugou um Burro de carga que o conduziria à uma distante localidade. Estando o dia muito quente, e o sol brilhando com toda sua força, o viajante resolveu parar para um descanso, e procurou abrigo sob a sombra do animal.
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Mas, como só havia lugar para uma pessoa debaixo do animal, e como tanto o viajante quanto o dono do Asno reinvidicavam para si aquele espaço, uma violenta discussão surgiu entre os dois. E cada um se achava no direito de tê-lo.
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O dono defendia que ele alugara apenas o asno e não a sua sombra. O viajante entendia que ele ao alugar o animal, tinha direito a ambos, animal e sombra.
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A disputa passou de palavras para agressões, e enquanto ambos brigavam ferozmente, o Asno fugiu em disparada para longe.

Autor: Esopo

Moral da História:
Numa discussão em torno do detalhe, freqüentemente nos desviamos do principal assunto.

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VOLTE SEMPRE!!!

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